A geração Z e sua relação com os e-mails

Alguém que pertença ao grupo ou que conviva com pessoas da chamada geração Z, que nasceram durante a década de 1990, praticamente junto com a internet, devem saber do que eu estou falando. São pessoas que vivem o mundo das redes sociais, do mobile, e que não estão acostumados a acessar e-mails.

Eu mesmo, tendo um filho de 21 anos, volta e meia acabo mandando alguma coisa por e-mail para ele e…adivinhem? Tenho que mandar uma mensagem avisando para abrir o correio eletrônico dele. Senão, ele não vai ler. E não é uma questão dele, individualmente, mas de toda uma geração.

Essa realidade social nos leva a uma constatação: para as empresas comunicarem-se com os clientes dessa geração, é melhor pensar nos meios a que eles estão habituados. Um deles, um dos mais populares dentre todos os grupos, sem dúvida é o Messenger do Facebook.

Há outros, como as mensagens diretas do Instagram e o Whatsapp, mas o Messenger ainda é, certamente, um meio com mais apelo do que os e-mails. No caso do Whatsapp, por política da empresa, deveriam ser mantidas apenas comunicações pessoais, e não automatizadas.

Voltando ao Messenger, por que não utiliza-lo como um canal de comunicação e engajamento de clientes e consumidores? Além da popularidade, a plataforma apresenta outra vantagem, que é a chamada persistência na comunicação – quando um diálogo é interrompido, é possível retornar a ele sem perder-se a história da conversa. Dependendo do contexto, pode ser muito útil aproveitar-se os recrusos de multi-mídia dos smartphones, como captura de fotos, gravação de áudio e envio de localização geográfica.Além disso, mensagens enviadas nessa plataforma são mais diretas e instantâneas.

Se direcionadas de forma adequada, aumenta muito a chance de que os destinatários tenham interesse pelo conteúdo a eles encaminhado.

Como isso pode ser feito?

O Intelichat está liberando seu recurso de broadcast, que possibilita o envio de mensagens em massa e personalizadas para usuários. O envio pode ser programado e baseado em regras que, por sua vez, consideram quaisquer informações ou atributos capturados sobre os clientes, o que é feito pelos chatbots quando dialogam com esses mesmos clientes.

Apresento a seguir um exemplo relativamente simples para ilustrar o conceito.

Antes de mais nada, por questões éticas, é fundamental que se peça autorização ao cliente para enviar informações posteriores. No Intelichat, tudo o que é necessário para isso é marcar-se um parâmetro e escrever-se um texto que será dito pelo BOT, quando solicitar essa autorização. Desse jeito:

 

Quando um usuário interagir com o BOT, vejamos como essa configuração acima será exibida:

Solicitação de autorização feita pelo BOT

Na sequência desse exemplo hipotético, o BOT pergunta qual a refeição preferida pelo cliente, dessa forma:

BOT solicitando a refeição preferida do cliente

 

Uma característica que o Intelichat possui é que qualquer interação pode ser armazenada como atributo (como costumamos falar, podemos aprender mais sobre nossos clientes a cada interação).

Assim, temos uma base de dados com as preferências dos clientes:

Atributos com preferências dos clientes

Bom, agora só falta criar um broadcast com base nessas informações. Ao programar um envio, podemos definir que um certo conteúdo se destine a pessoas cuja preferência é saladas, por exemplo, dessa forma:

Regra para envio de broadcast

Essas regras podem ser mais complexas, dependendo do contexto e dos atributos. Por exemplo, todos que preferem salada, mas não são vegetarianos e gostam de azeite de oliva. Com esse tipo de seleção, as mensagens enviadas poderiam ser relacionadas às preferências.

Um dos diferenciais do Intelichat é a possibilidade de programação de broadcasts juntamente com as qualificações, que correspondem a um conjunto de questões que são aplicadas pelo BOT, cada uma com suas alternativas. Para as respostas, são computadas pontuações. Por exemplo:

Entrevista sobre hábitos saudáveis

O BOT faz algumas perguntas sobre hábitos:

O BOT entrevistando o cliente sobre seus hábitos

Nesse exemplo, cada resposta cria uma pontuação para o cliente (um escore), sendo possível inferir-se quem tem vida mais ou menos saudável. As regras de envio podem considerar também esses critérios de pontuação para direcionar conteúdo ou fazer ofertas de produtos.

Os conteúdos das mensagens a serem enviadas são facilmente criados, em um formato que permite visualizar-se praticamente o mesmo resultado final que será visto pelo cliente, e o envio pode ser agendado. Junto com imagem, título e sub-título, podem ser criados botões que permitem acesso a páginas externas, uma função de ligação telefônica ou possibilidade de compartilhamento do conteúdo com outros usuários da rede de conexões de facebook do cliente.

Criação de conteúdo de uma mensagem

Assim que o dia e horário programados chegarem, ocorre o envio automático do conteúdo, assim visualizado pelo cliente (observem que o “carrossel” pode ser rolado horizontalmente para exibir outros cartões):

Mensagem relacionada a preferência por salada

Como pudemos constatar, o Intelichat apresenta um recurso bastante poderoso para melhorar a comunicação e engajamento com clientes. Apesar de avançado, é muito simples de ser configurado.

O broadcast estará disponível em breve para todos os planos.

Aguardem, esperamos anunciar novidades bem interessantes nesse recurso de broadcast.